O DeepRecovery lê o cartão setor por setor, ignora o sistema de arquivos e reconstrói cada arquivo pela assinatura e pela estrutura do formato. Fotos, RAW, vídeos, áudio e documentos, com o nome original quando ele ainda está no cartão. Você vê tudo antes de recuperar.
Sem cadastro · sem cartão · assinado e notarizado pela AppleDeletar ou formatar só tira o nome da lista: os bytes continuam no cartão até algo gravar por cima. Cada foto nova que você tira depois é uma foto antiga que some.
Muita ferramenta "repara" escrevendo no dispositivo, e o Utilitário de Disco também. É a forma mais rápida de perder o que ainda dava para salvar.
Tabela corrompida, "precisa formatar", leitura lenta com erros. O sistema de arquivos morreu; os arquivos, não necessariamente.
Varredura bruta, setor a setor: não depende de o sistema de arquivos estar inteiro, nem de existir um.
Cartão, pendrive, SSD, disco ou uma imagem .img/.dmg. O app pede a senha de administrador e abre o dispositivo só para leitura.
Cada setor é lido; setor com falha é lido três vezes. O app procura a assinatura de mais de 40 formatos e valida a estrutura interna de cada arquivo que encontra.
Nada é copiado durante a varredura. Você vê a lista, pré-visualiza com Quick Look, marca o que quer e o app grava numa pasta de destino, conferindo o SHA-256 de cada arquivo.
Em cartões FAT32 e exFAT o app lê também as entradas de diretório apagadas: recupera o nome original, a pasta e a data, segue a cadeia de clusters quando ela sobreviveu, e separa o que está na lixeira do que foi apagado de verdade. O que a assinatura sozinha não encontraria, o diretório entrega.
Para JPEG cujo início foi sobrescrito, há o transplante de cabeçalho: o corpo que sobreviveu ganha o cabeçalho de outra foto da mesma câmera e volta a abrir.
A assinatura diz onde o arquivo começa; a estrutura interna do formato diz onde ele termina e se está inteiro. Um arquivo só é marcado como íntegro quando o formato fecha, o resto sai como parcial, e você decide se quer.
Cada formato tem um detector próprio, que entende a estrutura do arquivo: não é uma busca por extensão.
Qualquer dispositivo de bloco que o macOS enxergue, e imagens de disco.
A varredura é bruta: cada setor é lido e cada assinatura é procurada, exista ou não uma tabela de arquivos. Cartão formatado, partição perdida, "precisa formatar", os arquivos são reconstruídos pelo que está nos setores. Onde o FAT sobreviveu, os nomes voltam junto.
Arquivo fragmentado sai em parte pela assinatura; a cadeia de clusters é seguida quando o FAT ainda a tem. Arquivo sobrescrito não volta, por isso a regra é parar de gravar no cartão e varrer primeiro.
O dispositivo é aberto só para leitura e desmontado durante a varredura. Não existe opção de gravar nele, nem por engano.
Quick Look em qualquer arquivo encontrado, lido direto do cartão. Você confere antes de recuperar.
Em FAT32 e exFAT o nome, a pasta e a data voltam com o arquivo, e a estrutura de pastas pode ser mantida na exportação.
Você vê o cartão inteiro enquanto ele é lido: o que foi lido, onde há arquivo, onde há setor danificado.
SHA-256 de cada arquivo, conferido na cópia, e um relatório da sessão em JSON e texto, com o hash do próprio relatório.
JPEG com o começo sobrescrito ganha o cabeçalho de uma foto irmã da mesma câmera e volta a abrir.
O Utilitário de Disco conserta o sistema de arquivos gravando nele. Serve para um volume que ainda funciona. O DeepRecovery é para o outro caso: os arquivos que o sistema já não lista.
Varrer e ver é grátis. A licença é para recuperar: uma para até dois Macs, paga uma vez, e o app continua seu depois que o ano de atualizações termina.
Varra o cartão, veja a lista inteira e pré-visualize cada arquivo antes de decidir. A licença entra só na hora de copiar.
Baixe o DeepRecovery e veja o que ainda está no cartão. Varrer, ver e pré-visualizar é grátis, sem cadastro; a licença entra só na hora de recuperar.
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